3 Tipos de Interpretação do Livro do Apocalipse

3 Tipos de Interpretação do Livro do Apocalipse

Você sabe o que é Interpretação Preterista ou Futurista do Apocalipse? Neste estudo não só aprenderemos sobre cada um desses métodos de interpretações do Apocalipse, mas ainda falaremos da Interpretação Espiritualista.

3 Tipos de Interpretação do Livro do Apocalipse

A INTERPRETAÇÃO PRETERISTA DO APOCALIPSE

A Interpretação preterista (de pretérito) entende que o livro se refere principalmente a eventos dos seus dias, escrito para confortar uma Igreja perseguida, mas escrito em código que a Igreja daquela época haveria de compreender: a luta entre o cristianismo e o Império Romano.

De acordo com esta interpretação do Apocalipse, o tema do livro é a vitória de Cristo sobre o império romano, e se relaciona quase que exclusivamente com a época de João.

Sustentam que a linguagem é altamente figurada.

  • Os sete selos são simbólicos dos terríveis juízos prestes a desabar sobre o império, e da segurança da Igreja através de tudo isso;
  • As sete trombetas são outros juízos sobre o império, enquanto a Igreja continua segura;
  • A Besta é o império romano;
  • O falso profeta é o sacerdócio organizado para impor o culto do imperador;
  • Babilônia é a cidade de Roma.
  • As sete taças são os últimos juízos que provocam a queda de Roma.

A isto se segue um milênio na terra.

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A INTERPRETAÇÃO FUTURISTA DO APOCALIPSE

A interpretação futurista (de futuro) entende que a maioria dos fatos do livro ainda vai se realizar no futuro, e ocorrerá em breve espaço de tempo na época da vinda do Senhor.

Segundo esta interpretação do Apocalipse, as sete igrejas representam sete períodos da História da Igreja.

Quanto ao mais do livro, até o cap. 20 trata de um período de sete anos que precede imediatamente a segunda vinda do Senhor.

Os sete selos são um esboço do período de sete anos: as etapas do reinado do anticristo e a atividade evangelística pela qual muitos judeus e gentios serão salvos.

As sete trombetas são as horríveis torturas a que é submetida a terra durante o período, descritas literalmente.

A Besta é o anticristo, um ditador internacional, cabeça de um império de dez Reinos.

Babilônia, sede do anticristo, será literalmente metrópole mundial.

As sete taças são as catástrofes que sobrevirão à terra durante o reinado do anticristo.

O milênio será literalmente mil anos, em que Cristo, com Seus santos, reinará na terra.

A INTERPRETAÇÃO ESPIRITUALISTA

A interpretação Espiritualista abstrai inteiramente as figuras do livro de qualquer referência a fatos históricos, da época de João, da época da Segunda Vinda, ou da História da Igreja, e considera-o como representação ilustrada dos grandes princípios do governo divino aplicáveis a todos os tempos.

Pode haver uma dose de verdade em todas estas interpretações.

É possível que algumas das figuras se referissem primeiramente àquela época, em segundo lugar a fatos que ocorreriam mais adiante, e por último se referissem ao tempo do fim.

De acordo com esta, o livro não se refere absolutamente a fatos históricos, nem aos do tempo de João, nem aos do fim, mas apresenta ilustrações, em linguagem altamente figurada, de:

  • “certas verdades religiosas a se cumprirem na experiência da Igreja”;
  • “grandes princípios em conflito constante”;
  • “as forças morais que estão forjando o destino do mundo”;
  • “uma certeza da infalível justiça de Deus”;
  • “o conflito, descrito em termos do primeiro século, que se fere entre o bem e o mal, através de todos os tempos, capaz de ter infinitas aplicações”;
  • “a supremacia final do bem sobre o mal”.
Redação BP

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