7 Passos para Derrubar as Muralhas

Esboço de pregação em Josué 6 com o tema “7 Passos para Derrubar as Muralhas”. Palavra edificante com reflexão sobre as muralhas de Jericó. Sermão ideal para campnahas.

Índice do esboço

TEMA: 7 PASSOS PARA DERRUBAR AS MURALHAS

TEXTO DA PREGAÇÃO: Josué 6:1-20

“Pela fé caíram os muros de Jericó, depois de rodeados por sete dias.” (Hb 11.30)

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PROPÓSITO: Encorajador e Exortativo – Levar a igreja a compreender que muralhas espirituais não caem por força humana, mas por obediência, fé e perseverança na direção de Deus.

INTRODUÇÃO

Jericó era a primeira grande barreira entre Israel e a Terra Prometida. A promessa estava garantida, mas havia uma muralha visível, alta e intimidante. Deus não negou a existência do obstáculo, mas mostrou o caminho para superá-lo.

Assim também acontece conosco. Todos enfrentamos muralhas. Algumas externas, outras internas. Muralhas de medo, pecado, resistência, incredulidade, limitações emocionais e espirituais.

Contudo, Josué 6 nos ensina que muralhas caem quando seguimos o método de Deus, não a lógica humana.

Na mensagem de hoje, aprenderemos passos espirituais que nos conduzem à vitória sobre as muralhas que se levantam diante de nós.

I. RECONHEÇA A MURALHA, MAS CONFIE NA PROMESSA (Js 6:1-2)

“Jericó estava rigorosamente fechada… Porém disse o Senhor a Josué: Olha, tenho dado Jericó na tua mão.”

1. A muralha era real, mas a promessa era maior. Deus não ignorou o problema, mas também não permitiu que ele definisse o final da história.

2. Antes da queda da muralha, Deus libera uma palavra de vitória.

A vitória foi declarada antes de ser manifestada. Fé começa pela Palavra, não pelas circunstâncias. Por isso, não desenterre com dúvida o que você plantou com fé.

3. Enxergar a promessa muda a forma de encarar o obstáculo. Quem vê apenas a muralha se paralisa. Quem crê na promessa avança.

Toda vitória começa quando confiamos mais no que Deus disse do que no que vemos.

II. OBEDEÇA À ESTRATÉGIA DE DEUS, MESMO SEM ENTENDER (Js 6:3-5)

“Rodeareis a cidade…”

1. A estratégia de Deus não fazia sentido militar. Marchar em silêncio parecia ilógico, mas era espiritual. Deus não age segundo padrões humanos.

2. Obediência precede o milagre. Israel não discutiu, nem adaptou o plano. Apenas obedeceu.

E tem uma grande lição aqui: Importa obedecer a Deus do que os homens. Pois, quando agradamos a Deus, não importa a quem desagrade.

3. Deus trabalha enquanto obedecemos. Mesmo quando não vemos nada acontecendo, o céu está em movimento. Deus não improvisa. Nada o apanha de surpresa.

Muralhas não caem quando entendemos tudo, mas quando obedecemos por completo.

III. APRENDA A CAMINHAR EM SILÊNCIO DIANTE DE DEUS (Js 6:6-10)

“Não gritareis, nem fareis ouvir a vossa voz…”

1. O silêncio também faz parte da fé. Nem toda batalha exige palavras. Algumas exigem confiança silenciosa.

2. O silêncio evita murmuração e distração. Quem fala demais pode perder o foco. Deus ensina o povo a confiar mais do que comentar.

3. Há momentos em que Deus trabalha no invisível. Enquanto o povo marchava em silêncio, Deus já estava preparando a queda.

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Aprender a silenciar diante de Deus é um passo essencial para vencer muralhas.

IV. PERSEVERE MESMO QUANDO NADA PARECE MUDAR (Js 6:11-14)

“Assim rodearam a cidade…”

1. Durante seis dias, nada mudou visivelmente. As muralhas continuavam de pé. Ainda assim, o povo continuou marchando.

2. Perseverança revela maturidade espiritual. Quem para no meio perde o que Deus está prestes a fazer. A paciência é uma planta amarga que produz frutos doces.

3. Deus prova nossa constância antes da vitória. A obediência repetida prepara o cenário para o milagre.

Muralhas caem no tempo de Deus, não no nosso.

V. OBEDEÇA ATÉ O FIM, SEM INTERROMPER O PROCESSO (Js 6:15)

“Ao sétimo dia madrugaram… e rodearam a cidade sete vezes.”

1. O último dia exige a mesma obediência do primeiro.

Israel não relaxou no sétimo dia. Pelo contrário, intensificou a obediência. Muitos perdem a vitória porque param perto demais do fim.

2. O cansaço não pode ditar o ritmo da fé. Sete voltas no mesmo dia exigiram esforço, foco e disciplina. Mas, Deus honra quem permanece fiel até o final.

Não há nada que valha a pena viver, a menos que valha a pena morrer por isso.

3. O processo completo prepara a vitória completa. Deus não pediu seis voltas, pediu sete. Obediência parcial nunca produz resultado pleno. Seus planos são bons, desde que você perceba que Deus tem o direito de mudá-los.

Quem obedece até o fim vê o cumprimento da promessa.

VI. CREIA NO MOMENTO DO AGIR DE DEUS (Js 6:16)

“Gritai, porque o Senhor vos entregou a cidade.”

1. O grito veio no tempo certo, não antes. Durante dias houve silêncio, agora há voz. Discernir o tempo de Deus é parte da maturidade espiritual.

2. A fé responde à ordem de Deus, não à ansiedade humana. O grito não derrubou os muros, mas expressou fé naquilo que Deus já havia determinado.

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3. Deus age quando o céu decide, não quando pressionamos. O milagre acontece quando a obediência encontra o tempo divino.

Deus nunca nos nega o desejo do nosso coração, exceto para nos dar algo melhor.

Quando Deus diz “agora”, nenhuma muralha permanece de pé.

VII. AVANCE E TOME POSSE DO QUE DEUS DERRUBOU (Js 6:20)

“O muro caiu abaixo… e o povo subiu à cidade.”

1. A queda da muralha não era o fim, era o começo. Depois que o muro caiu, o povo precisou avançar. Deus derruba, mas espera que tomemos posse.

2. Fé que não avança se transforma em acomodação. A vitória exige movimento. Quem não entra, perde a conquista.

3. Deus derruba muralhas para estabelecer novos territórios. Jericó não era apenas uma cidade, era uma porta para a Terra Prometida.

Não existem lugares difíceis, existem lugares onde a glória de Deus ainda não se manifestou.

Quem avança pela fé vive aquilo que Deus prometeu.

CONCLUSÃO

Muralhas não caem por acaso. Elas caem quando seguimos o caminho de Deus.

  • A promessa vem antes da queda, por isso confiamos.
  • A obediência precede o milagre, por isso seguimos a estratégia divina.
  • O silêncio também é fé, por isso aprendemos a esperar.
  • A perseverança sustenta o processo, por isso não paramos.
  • A obediência completa libera a vitória, por isso seguimos até o fim.
  • O tempo de Deus define o agir, por isso discernimos.
  • A fé avança após a queda, por isso tomamos posse.

As muralhas podem ser altas, O processo pode ser longo, Mas a promessa permanece firme e a vitória é certa!

Deus é especialista em derrubar o que nos impede de avançar. E quem confia, obedece e persevera, sempre atravessa para o outro lado.

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Equipe Redação BP

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