3 verdades que explicam a perseverança de José

Esboço de pregação sobre José com 3 verdades que explicam sua perseverança. Sermão ideal para cultos de jovens, obreiros e mensagens sobre processos e promessas de Deus.

Resumo do esboço

TEMA: 3 VERDADES QUE EXPLICAM A PERSEVERANÇA DE JOSÉ

TEXTO DA PREGAÇÃO: Gênesis 37 a 42

“O Senhor, porém, estava com José, e estendeu sobre ele a sua benignidade…” (Gn 39:21)

PROPÓSITO: Encorajador, mostrar que José perseverou porque aprendeu a viver sustentado pela presença de Deus, amadurecido pelo processo e firmado naquilo que Deus havia revelado.

INTRODUÇÃO

Muita gente conhece a história de José. Quantos hinos cantados e quantas pregações inspiradas na história desse jovem sonhador.

José tinha muitas qualidades. Era temente a Deus, íntegro, fiel e sábio. Mas há uma qualidade que merece nossa atenção: José era perseverante.

Deus lhe deu sonhos. Deus o protegeu. E Deus esteve com ele. Contudo, entre o sonho e o cumprimento, José precisou perseverar. Ele enfrentou a rejeição dos irmãos, a escravidão, a tentação, a injustiça, a prisão e o esquecimento, sem abandonar sua confiança em Deus.

Agora, se pudéssemos perguntar a José: Qual foi o segredo para perseverar diante de tudo isso? Sua história nos aponta para três respostas: havia uma PRESENÇA que o acompanhava, um PROCESSO que precisava atravessar e uma PROMESSA que ainda precisava se cumprir.

É sobre isso que quero pregar hoje. Quero destacar três verdades que explicam a perseverança de José, e podemos guardá-las em três palavras simples que começam com a letra P: PRESENÇA, PROCESSO e PROMESSA.

I. JOSÉ PERSEVEROU PORQUE TINHA A PRESENÇA DE DEUS

1. A presença de Deus permaneceu quando José perdeu quase tudo. Ele havia sido tirado da casa do pai, separado da família e vendido como escravo. Contudo, ao chegar ao Egito, a Bíblia declara: “O Senhor estava com José” (Gn 39:2). José perdeu a túnica, a casa e a liberdade, mas não perdeu aquilo que mais precisava: a presença de Deus.

2. A presença de Deus permaneceu quando José foi injustiçado. Depois de resistir à mulher de Potifar, José foi acusado falsamente e lançado na prisão (Gn 39:12-20). Então, no momento em que sua situação parecia piorar, a Escritura repete: “O Senhor, porém, estava com José” (Gn 39:21).

Ou seja, o lugar mudou, mas Deus continuou presente.

3. A presença de Deus fazia José prosperar onde estivesse. Potifar percebeu “que o Senhor estava com ele” (Gn 39:3). Depois, na prisão, José também encontrou favor e recebeu responsabilidades (Gn 39:21-23).

A presença de Deus não significava que não teria dificuldades, mas garantia que José não enfrentaria sozinho.

Quando tudo ao seu redor mudar, permaneça firme, porque quem tem a presença de Deus possui aquilo de que mais precisa para continuar.

II. JOSÉ PERSEVEROU ENQUANTO PASSAVA PELO PROCESSO

1. No processo, José aprendeu a depender de Deus. Na cova, seus recursos não podiam salvá-lo. Seus irmãos “o lançaram na cova” (Gn 37:24).

Ali, José não controlava o que aconteceria depois. Sua vida estava nas mãos de Deus.

2. No processo, José permaneceu fiel a Deus. Na casa de Potifar, a tentação colocou seu caráter à prova. José respondeu: “Como, pois, faria eu tamanha maldade, e pecaria contra Deus?” (Gn 39:9).

3. No processo, José continuou crescendo. Mesmo como escravo, Potifar percebeu que “o Senhor estava com ele” e que tudo prosperava em suas mãos (Gn 39:3).

Na prisão, José também recebeu responsabilidades e conquistou confiança (Gn 39:21-23). Antes de Deus mudar sua posição, estava aumentando sua capacidade.

4. No processo, José aprendeu a esperar. Depois de interpretar o sonho do copeiro, pediu: “Lembra-te de mim” (Gn 40:14).

Mas o copeiro se esqueceu dele (Gn 40:23). E José ainda esperou “dois anos inteiros” (Gn 41:1).

José queria sair da prisão, mas Deus tinha o momento certo para abrir aquela porta.

A espera também faz parte da preparação.

Não desperdice essa fase, cresça no processo para estar preparado para o que Deus colocará em suas mãos.

III. JOSÉ PERSEVEROU ATÉ SE CUMPRIR A PROMESSA

1. José recebeu a promessa antes de conhecer o caminho. Aos dezessete anos, Deus lhe deu sonhos que apontavam para o futuro (Gn 37:2,5-11).

José conhecia a promessa, mas não conhecia o que enfrentaria… Deus pode revelar o destino sem revelar todos os detalhes do caminho.

2. José viveu aquilo que um dia havia sonhado. Quando seus irmãos chegaram ao Egito, “inclinaram-se ante ele com a face na terra” (Gn 42:6).

Então acontece um dos momentos mais marcantes da história: “José lembrou-se dos sonhos que havia sonhado deles” (Gn 42:9).

Um dia José viu aquilo em sonho. Anos depois, viu diante dos seus olhos.

A perseverança nos mantém caminhando entre o que Deus falou e o que Deus fará. Não pare no meio do caminho, permaneça fiel até ver se cumprir aquilo que Deus determinou.

CONCLUSÃO

José tinha motivos humanos para desistir.

  • Foi vendido por seus irmãos.
  • Foi tentado na casa de Potifar.
  • Foi caluniado por fazer o certo.
  • Foi preso sendo inocente.
  • Foi esquecido por alguém que havia ajudado.

Mas José perseverou. E agora conseguimos entender por quê.

  1. Havia PRESENÇA quando ele se sentia sozinho.
  2. Havia PROCESSO quando nada parecia acontecer.
  3. Havia PROMESSA quando o futuro parecia distante.

Talvez você esteja exatamente entre aquilo que Deus começou e aquilo que ainda não terminou.

Ou talvez esteja cansado do processo.

Talvez algumas circunstâncias pareçam contradizer aquilo que você esperava.

Mas a história de José nos lembra que não devemos interpretar o final enquanto Deus ainda está escrevendo o caminho.

No tempo certo, os irmãos chegaram ao Egito e “inclinaram-se ante ele com a face na terra” (Gn 42:6). José então “lembrou-se dos sonhos” (Gn 42:9).

Aquilo que parecia distante estava diante dos seus olhos.

Portanto, não abandone sua fidelidade no meio do processo.

Valorize a PRESENÇA. Permaneça no PROCESSO. Confie na PROMESSA.

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Equipe Redação BP

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