Sermão: A Parábola dos Trabalhadores da Vinha

Texto: Mateus 20:1-16

Introdução

A graça é o tema central desta parábola. Nele, encontramos um grupo de trabalhadores cujo mestre não estava muito feliz (em Mateus 20:13 “amigo” é usado ironicamente) porque não conseguiram identificar a graça que ele lhes expressou. Da mesma forma hoje existem cristãos na igreja que não andam na graça de Deus. Desnecessário dizer que tal comportamento não impressiona a Deus. Nesta parábola, reconheci três razões pelas quais deixamos de andar na graça de Deus e como superá-las.

1. O espírito de julgamento

A. Esses trabalhadores perversos na vinha de seu senhor decidiram que os trabalhadores que chegaram atrasados ​​não mereciam o salário de um dia inteiro. Não era da conta deles!

B. Jesus estava mirando nos fariseus que julgavam os outros enquanto fingiam ser eles mesmos potências espirituais.

C. Hoje estamos andando por aí julgando nossos próprios irmãos e irmãs, assim como aqueles fariseus que não conheciam a graça de Deus.

2. O espírito de competição

R. É interessante porque esses trabalhadores não se ofenderam com o que receberam, mas com o que foi dado aos outros.

B. No mundo há competição. A igreja é a casa da graça de Deus na qual encontramos descanso para nossas almas.

C. Infelizmente, transformamos a igreja local em um lugar muito mais competitivo do que o próprio mundo.

3. O espírito de rebelião

A. Os trabalhadores se rebelaram verbalmente contra o mestre simplesmente porque suas ações lhes pareciam muito injustas.

B. Os cristãos, quando não vivem pela graça, tornam-se rebeldes porque tendem a acreditar que estão lutando contra a injustiça.

C. Seu falso senso de justiça não pode fazer nada além de dividir a igreja, o corpo de Cristo.

Lições

Não julgue: Não fale mal uns contra os outros, irmãos. Quem fala contra um irmão ou julga seu irmão, fala mal contra a lei e julga a lei. Mas se você julga a lei, você não é um cumpridor da lei, mas um juiz. (Tiago 4:11-12)

I. Tiago tem três argumentos. Primeiro, julgar é falar mal uns contra os outros. É também falar mal contra a lei (palavra de Deus) e julgar a lei.

II. Ele também diz que as pessoas que julgam os outros não são realmente praticantes da Palavra de Deus.

III. O mestre perguntou: “Não tenho o direito de fazer o que quero com meu próprio dinheiro?” Somente Deus é o juiz e legislador.

Não compita: não faça nada por ambição egoísta ou por vaidade, mas com humildade considere os outros mais importantes do que você. Que cada um de vocês olhe não apenas para seus próprios interesses, mas também para os interesses dos outros. (Filipenses 2:3-4)

I. Conselho triplo aqui. Primeiro, “não faça nada por rivalidade ou vaidade”. O ministério cristão se torna política quando realizado por rivalidade ou vaidade.

II. Os trabalhadores na história contados como os retardatários são menos significativos. Paulo diz: “considere os outros mais importantes do que você”. Este é o antídoto contra a competição não apenas na igreja, mas em todos os outros lugares.

III. Em terceiro lugar, não seja egoísta. (Que cada um de vocês não olhe para seus próprios interesses…) Onde você acha que estaríamos hoje se Jesus tivesse olhado para seus próprios interesses?

Não se rebele: “pois a rebelião é como o pecado da adivinhação, e a arrogância é como a idolatria que é má. Porque você rejeitou a palavra do Senhor, ele o rejeitou como rei”. (1 Samuel 15:23)

I. A rebelião é uma ofensa grave. A Bíblia compara isso à feitiçaria e à rejeição da palavra de Deus.

II. Quando nos rebelamos, procuramos manipular o amor e a graça de Deus (você está com inveja porque sou generoso?)

III. Como nos rebelamos contra Deus? Falando contra as autoridades. Ao criticar, os líderes que Deus designou sobre nós.

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