O que o Dízimo não Deve Ser na Contribuição na Igreja?

Muito se fala sobre Dízimo na Igreja, mas, o que é de fato o Dízimo? O dízimo é a “décima parte” de alguma coisa. Por exemplo, se falamos no dízimo do tempo, estamos nos referindo à décima parte do tempo disponível. Logo, se dividirmos o dia (24 horas) por dez acharemos a décima parte, isto é, o dízimo do nosso tempo, que são duas horas e 24 minutos. Será que dedicamos este tempo para Deus todos os dias?

Aproveitando o ensejo e desejando expandir o assunto, gostaria de explicar a prática do dízimo e das ofertas, bem como salientar o que ela jamais deve vir a se tornar. Observemos, então, 7 Pensamentos Errados sobre o Dízimo na Igreja.

Essas são as 7 Coisas que a Contribuição do Dízimo na Igreja não pode Ser:

1. Não pode ser o alívio de um peso obrigatório, sob pena de juízo se não a entregarmos

Muitos parecem dizimar por medo de algo lhe acontecer de mal, como se fossem obrigados. Essa não deve ser a motivação de sermos dizimistas na igreja “…porque Deus ama ao que dá com alegria” (2 Coríntios 9:7).

2. Não deve ser um desconforto emocional, nem tampouco um martírio de que precisamos logo nos livrar

Quando agimos assim, certamente o dízimo será um grande mal, ao invés de ser benção.

Embora, temos um compromisso em sermos fiéis a Deus na contribuição, não podemos encarar como um fardo.

3. Não deve ser encarada dentro da estreita perspectiva do “toma-lá-dá-cá”

Em hipótese alguma devemos tratar o dízimo como um meio de negociar com Deus ou querer barganhar.

Não é uma troca, mas um ato de fé em que confiamos nas promessas de Deus e Ele nos abençoa.

4. Não deve ocorrer sob o efeito de falsas motivações

Tais falsas motivações, para exemplificar, podem ser:

Contribuir por medo como para quitar algum carnê da casa própria ou como diz certo escritor, por medo de ter o nome anotado no SPC do Céu ou como se estivesse pagando uma mensalidade;

5. Não deve ser vista como uma esmola ou uma ação de caridade

Na verdade, ser dizimista é um privilégio que temos. Pois, Deus é o dono de tudo, e, portanto, podia usar qualquer outro meio para suprir as necessidades da sua obra, mas nos deu essa oportunidade.

Com isso, além de fazermos parte de sua obra, desfrutamos das maravilhosas e infalíveis promessas.

6. Não deve ser compreendida como a cesta da “pobre velhinha”, onde se joga qualquer moeda, dinheiro rasgado, amassado, enfim, de qualquer maneira

Precisamos ter reverência não com o dinheiro, mas sim com o ato de contribuir com a obra de Deus. Devemos nos lembrar de Provérbios 3:9 que diz:

Honra ao SENHOR com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos.

7. Não deve ser vista como um tributo, despesas ou um repasse de dívida

Na verdade, tudo isso é abominável a Deus. Porque você não vai pagar um tributo a Deus como faz aqui na terra. É muito mais que isso. Apesar do compromisso, a forma de ver deve ser diferente, não como uma obrigação ao homem, mas com uma confiança em Deus.

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