Salmo 126 Estudo versículo por versículo

O Salmo 126 expressa os temas de redenção, alegria e gratidão a Deus. De acordo com Matthew Henry, provavelmente foi escrito no retorno dos israelitas do cativeiro babilônico.

Quem é o autor do Salmo 126

Provavelmente este salmo foi escrito por Esdras, ou alguns dos profetas que surgiram com o primeiro. 

Lemos sobre cantores dos filhos de Asafe, aquele famoso salmista, que retornou então, Esdras 2:41. 

Sendo um cântico de subidas, em que as mesmas coisas se repetem duas vezes com avanço (v. 2, 3 e v. 4, 5), colocado aqui entre os demais salmos que levam esse título.

O que significa “Cântico de degraus”

Cântico dos Degraus. Este é o sétimo degrau, e por isto podemos esperar encontrar nele alguma perfeição especial de alegria. Não esperaremos em vão. Aqui veremos não apenas que Sião permanece, mas que a sua alegria retorna depois da angústia.

Agostinho interpreta o título, “Um cântico de degraus, isto é, um cântico de subida”, da subida para a Jerusalém celestial. Isso é correto, pois a libertação do cativeiro do pecado e da morte deveria cada vez mais despertar os sentimentos de gratidão que Israel experimentou ao ser liberto de seu cativeiro físico.

No seu aspecto cristão, o salmo representa o sétimo dos “degraus” na nossa subida para a Jerusalém que está no alto. A exultação do cristão na sua libertação do cativeiro espiritual do pecado.

Sobre o que é o Salmo 126

O Salmo 126 é um cântico comunitário de confiança que habilmente emprega metáforas para proclamar Deus como aquele que traz alegria da tristeza, riso das lágrimas e bem do mal.

É a história de um grupo de pessoas relembrando um momento de grande alegria e esperando por ele novamente. Mas eles estão passando por um momento de choro e tristeza. A vida deles não é tão boa quanto antes, e eles esperam que Deus faça algo que eles não podem fazer por si mesmos. Eles estão procurando uma grande reviravolta, uma grande restauração.

Se você já experimentou uma grande perda, conhece a dor e o vazio duradouros que se seguem. Mas também há momentos em que Deus o surpreende com bênçãos inesperadas após períodos sombrios.

O Salmo 126 se baseia nessas emoções. Começa como um salmo de ação de graças, mas depois você percebe que é uma espécie de lamento esperançoso.

É um salmo sobre agradecer a Deus pelos milagres passados ​​e invocá-lo com esperança para atender às necessidades desesperadas de hoje.

Contexto do Salmo 126

Alguns estudiosos associam este salmo ao livramento repentino de Jerusalém do cerco assírio durante o reinado de Ezequias (Is 36 -37).

No entanto, o verbo hebraico, traduzido como “restaurar” nos versículos 1 e 4, também encontra aplicação ao descrever os judeus retornando do exílio na Babilônia (Ed 2:1; Ne 7:6; Is 10:22; Jr 22:10).

Ciro publicou seu decreto em 537 a.C., fato profetizado por Isaías (44:24 – 45:7). Esse mesmo profeta prenunciou a alegria do povo por ocasião de sua libertação (Is 48:20; 49:8-13) e testemunhou desse acontecimento às outras nações (Is 43:10-21; 44:8, 23).

Porém, de volta a sua terra, a alegria dos exilados começou a desaparecer, pois nem sempre as coisas são fáceis quando estamos recomeçando depois de um tempo de disciplina.

Mas vivemos de forma que frequentemente precisamos recomeçar, e o Senhor nos auxilia ao fornecer um ânimo especial.

Sugestão de Esboço para pregar o Salmo 126 expositivamente

esboço de pregação salmo

1. Dentro de nós – A alegria da liberdade (vv. 1-3)

2. Ao nosso redor – A promessa de vida (v. 4)

3. Diante de nós – Desafio do trabalho (vv. 5-6)

1. Dentro de nós – A alegria da liberdade (vv. 1-3)

A geração de israelitas que conquistaram a Terra Prometida permaneceu fiel ao Senhor, como também o fez a geração seguinte. Porém, a terceira geração rompeu a aliança e se entregou à idolatria (Jz 2:7-23). Deus castigou seu povo na terra, permitindo que sete nações invadissem, saqueassem e destruíssem o território de Israel.

Quando a rebelião do povo tornou-se tão grande a ponto de contaminar a própria terra, Deus os levou
para fora da terra, para um exílio de setenta anos na Babilônia. Então, foram libertos e mal podiam crer no que estava acontecendo. Sem dúvida, sabiam que tanto Isaías quanto Jeremias haviam prometido um “segundo êxodo”, mas era bom demais para ser verdade.

Durante os longos anos de espera, haviam sonhado voltar para casa, e esse sonho havia se realizado. Em sua graça, Deus os havia perdoado (Is 40:1, 2; 44:21, 22), de modo que podiam recomeçar.

Na Babilônia, os judeus tinham perdido seus cânticos (137:1-5), mas agora estavam gritando, rindo e cantando! Que testemunho maravilhoso da fidelidade de Deus em cumprir suas promessas! As nações vizinhas, algumas das quais odiavam Israel, ficaram atônitas com esse acontecimento e confessaram publicamente que o Deus de Israel havia feito grandes coisas por seu povo.

Os judeus responderam que, de fato, Deus havia feito grandes coisas por eles e deram glórias ao Senhor. “Se você é capaz de explicar o que está acontecendo, então não é obra de Deus” (Dr. Bob Cook).

Outros indivíduos aparecem nas Escrituras confessando a grandeza de Deus: Moisés (Dt 10:21), Jó (Jó 5:8, 9), Samuel (1 Sm 12:24), Davi (2 Sm 7:21-23), o profeta Joel (Jl 2:21), Maria (Lc 1:49) e o endemoninhado anônimo que Jesus curou (Lc 8:39). Essa deve se a confissão de todos os cristãos em todas as igrejas.

2. Ao nosso redor – A promessa de vida (v. 4)

O cativeiro havia terminado, e os judeus pediam as bênçãos de Deus sobre sua vida na terra. Porém, nem todos os judeus deixaram a Babilônia, pois apesar de muitos terem voltado durante o reinado de Ciro (Ed 1 – 3), outros regressaram no tempo de Dario (Ed 6) e, posteriormente, de Artaxerxes (Ed 7 – 8).

Era importante que o povo voltasse para sua terra e pusesse mãos à obra, mas também era importante que Deus abençoasse seu trabalho (127:1, 2).

Se o Senhor não cumprisse sua aliança e não enviasse as chuvas em seu devido tempo (Lv 26:4; Dt 11:10-12; 28:12), não haveria colheitas, e o trabalho todo seria em vão. Cada gota de chuva é algo minúsculo, mas quando cai sobre a terra, é uma promessa de vida.

Quanta bondade do Senhor mandar “chuvas de bênçãos” (Ez 34:26) a seu povo! Como é importante que o povo de Deus ore e peça suas bênçãos e se prepare para recebê-las (2 Cr 7:14; Ml 3:8-12).

Nas Escrituras, a água potável é uma figura do Espírito de Deus e do vigor restaurador que ele concede àqueles que o buscam (Jo 7:37, 38).

3. Diante de nós – Desafio do trabalho (vv. 5-6)

“A fé sem obras está morta” (Tg 2:26), de modo que depois de louvar a Deus e orar, devemos arregaçar as mangas, pois o trabalho é uma bênção, não uma maldição.

Deus incumbiu nossos primeiros antepassados de trabalhar no jardim antes mesmo de o pecado entrar na humanidade (Gn 2:1 5).

Nas Escrituras, as pessoas que Deus comissionou para tarefas específicas estavam ocupadas quando ele as chamou:

  • Moisés cuidava de ovelhas (Êx 3);
  • Gideão debulhava o trigo (Jz 6);
  • Davi cuidava do rebanho da família (1 Sm 16);
  • Neemias servia o rei (Ne 1);
  • Pedro, André, Tiago e João trabalhavam em seu negócio de pesca (Lc 5:1-11);
  • Mateus estava na coletoria, cobrando os impostos (Mt 9:9).

O remanescente que regressou havia passado por fases difíceis (Ag 1:9-11), mas Deus prometeu que enviaria as chuvas e as colheitas (Ag 2:15-19). Se esse povo fosse fiel às estipulações da aliança, Deus certamente cumpriria suas promessas.

Os grãos que o lavrador semeava poderiam ter sido usados para fazer pães para sua família, e, portanto, não é de se surpreender que chorasse enquanto trabalhava.

Naquela época, muitas vezes as lágrimas e o regozijo andavam juntos (Ed 3:8-13; 6:16, 22), mas o lavrador confiava que o Senhor multiplicaria os grãos, de modo que houvesse o suficiente para os pães de sua família e também para semear a lavoura seguinte (2 Co 9:10, 11).

Em sua aliança, Deus prometeu alimentação adequada ao povo (Dt 28:1-14), de modo que o semeador reivindicava essa promessa. É agradável ao Senhor que reguemos a semente da Palavra com nossas lágrimas.

Não podemos colher sem antes semear, e a semente deve estar regada com lágrimas e orações. Há bênçãos que Deus envia repentinamente (vv. 1-3), enquanto outras vêm com o passar do tempo (v. 4); outras, ainda, vêm depois de semear, chorar e esperar com paciência (Tg 5:7). Porém, sua promessa não
falha: “Porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos” (Gl 6:9).

Qual é a mensagem do Salmo 126?

O Salmo 126 é um salmo de ascensão. Sim, há tristeza na vida, mas nós, cristãos, estamos a caminho da alegria sem fim. Estamos, parecendo ou não, sempre ascendendo com o Senhor. Ele mesmo está nos trazendo para casa para ele.

Talvez algumas coisas não nos sejam restauradas como esperamos, mas podemos ter certeza, não importa o que aconteça, que as promessas de Deus para seu povo estão seladas e garantidas na ressurreição de Jesus Cristo.

Deus pode transformar lugares secos em rios. Ele pode transformar a tristeza em alegria. Colheremos com gritos de alegria. Deus fará assim. Talvez não hoje. Talvez nem amanhã. Mas certamente na eternidade onde cada dia será melhor que o anterior.

Cada momento será mais brilhante do que o anterior. Tudo o que seu coração mais anseia, aquele milagre de perfeita paz, amor, esperança, alegria e tudo mais, é seu para sempre em Cristo. Tudo que você tem a fazer é recebê-lo e esperar por ele.

Talvez você esteja chorando hoje. Plante essas lágrimas nas promessas de Deus. Você colherá com gritos de alegria.

Salmo 126 Comentário versículo por versículo:

Salmo 126 Comentário versículo por versículo

“Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham.” (Salmo 126:1)

“Quando o Senhor trouxe do cativeiro”.

Como por permissão do Senhor, eles foram levados em cativeiro, e por isto, apenas pelo seu poder, eles são colocados em liberdade.

Depois que os israelitas tinham servido em uma terra estrangeira durante quatrocentos anos, não foi Moisés, mas o Senhor, que os tirou da terra do Egito, e da casa da servidão.

De igual maneira, foi Ele, e não Débora, que os libertou de Jabim, depois que tinham estado durante vinte anos sujeitos aos cananeus. Foi Ele, e não Gideão, que os tirou das mãos dos midianitas depois de sete anos de servidão. Foi Ele, e não Jefté, que os libertou dos filisteus e amorreus depois de dezoito anos de opressão.

Embora, em todos estes casos, Ele empregasse Moisés e Débora, Gideão e Jefté como instrumentos da sua libertação, da mesma maneira, não foi a coragem de Ciro, mas o poder do Senhor; não foi a sua política, mas a sabedoria de Deus que, derrotando os inimigos, deu a Ciro a vitória, e colocou em seu coração o desejo de libertar o seu povo; pois Ele segura a mão dos seus enviados para abater nações.

Ele solta os lombos dos reis, e diante do seu escolhido abre as portas, e vai adiante dele, e endireita os caminhos tortos; e Ele quebra as portas de bronze e despedaça os ferrolhos de ferro (Is 45:1,2).

“O Senhor trouxe… os que voltaram a Sião”. O significado é de retornar, ou encontrar os que retornavam, de certa forma, na metade do caminho. O substantivo hebraico indica conversão, no sentido espiritual, e o verbo, a piedosa condescendência de Deus, em aceitar ou responder a ela.

“Estávamos como os que sonham”. As palavras deveriam, na verdade, se traduzir como “Estávamos como aqueles restaurados à saúde”. A palavra hebraica significa recuperar, ou restaurado à saúde. E assim a mesma palavra se traduz em Isaías 38, quando Ezequias se recuperou, ele compôs um salmo de louvor, e disse, “Senhor, com estas coisas se vive, e em todas elas está a vida do meu espírito; portanto, cura-me e faze-me viver”.

“Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de cântico; então se dizia entre as nações: Grandes coisas fez o Senhor a estes.” (Salmo 126:2)

Os que eram alvo de riso, agora riam, e um novo cântico foi posto em suas bocas. Era um riso de alegria em Deus e não a zombaria dos seus inimigos.

Da abundância do coração, fala a boca: e se o coração estiver alegre, a língua expressará. A alegria não pode ser suprimida no coração, mas deve ser expressa com a língua.

“Então, se dizia entre as nações”. E o que é que era dito? Era algo muito relevante. Neste caso (como em muitos outros) aquilo que os pagãos dizem não pode ser alterado.

“Grandes coisas fez o Senhor por nós, pelas quais estamos alegres.” (Salmo 126:3)

Este versículo é a essência de todo o Salmo, ocasionado pelo retorno do povo de Deus do cativeiro de Babel para a sua própria terra. A sua libertação foi tão grande e inacreditável que quando Deus a realizou, eles estavam como os que sonham, pensando que era um sonho, e uma vã imaginação, e não a verdade real.

1. Porque era uma libertação tão grande, de uma escravidão tão grande e duradoura, parecia algo bom demais para ser verdade.

2. Foi repentina e inesperada, quando eles mal pensavam nela ou esperavam por ela…

3. Todas as coisas pareciam desesperadoras, nada era mais improvável, ou melhor, impossível.

4. A forma da ocorrência foi tão admirável (sem o conselho, a ajuda ou a força do homem: na verdade, estava além de todos os meios humanos, e contra todos eles); que eles duvidaram que estas coisas não fossem os sonhos de homens que estão despertos.

“Traze-nos outra vez, ó Senhor, do cativeiro, como as correntes das águas no sul.” (Salmo 126:4)

Uma oração para que a sua libertação fosse concluída. Que aqueles que retornaram à sua própria terra possam ser aliviados das cargas sob as quais gemem. Que aqueles que permanecem na Babilônia tenham seus corações estimulados, como foram os nossos, para aproveitar o benefício da liberdade concedida.

Os princípios da misericórdia são incentivos para que oremos pela sua conclusão. Enquanto estamos aqui neste mundo, ainda haverá motivos para oração, mesmo tendo muitos motivos para louvar ao precioso e bendito Senhor.

Quando nós estivermos livres, e em prosperidade, não deveremos ignorar ou negligenciar os nossos irmãos que estiverem em dificuldades e reprimidos.

“Como as correntes do sul.”

Da mesma maneira como o Senhor envia inundações para os leitos secos de cursos d’água no sul, depois de longos períodos de seca, também Ele pode encher nossos espíritos cansados e esgotados com dilúvios de santo prazer. Isto o Senhor pode fazer, por qualquer um de nós, e Ele pode fazer isto imediatamente, pois nada é difícil demais para o Senhor.

É bom que nós oremos assim, e apresentemos nosso caso diante daquele que é capaz de nos abençoar de maneira extremamente abundante.

Não devemos nos esquecer do passado, mas, na presença da nossa dificuldade atual, devemos recorrer ao Senhor, e implorar que Ele faça por nós aquilo que não podemos fazer por nós mesmos, aquilo que nenhum outro poder pode realizar por nós. Israel retornou do cativeiro da Babilônia e foi como se um dilúvio de pessoas se precipitasse para Sião.

Repentinamente e abundantemente, o povo encheu outra vez os átrios do templo. Em correntes, eles também retornarão, nos últimos dias, à sua própria terra, e a povoarão outra vez.

Como fortes correntezas, todas as nações afluirão ao Senhor no dia da sua graça. Que o Senhor possa apressar isto, no seu próprio tempo.

“Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria.” (Salmo 126:5)

“Semeiam em lágrimas”. Há lágrimas que são, elas mesmas, as sementes que devemos semear; lágrimas de tristeza pelo pecado, pelo nosso e pelo dos outros; lágrimas de solidariedade com a igreja afligida; e lágrimas de ternura na oração e sob a palavra.

“Segarão em alegria”. Mesmo nos bons tempos passamos por grandes obstáculos. Ficamos sem comida antes da colheita e temos que comer menos e ver nossos filhos ficarem mais magros. Enfrentamos doenças, morte de entes queridos, problemas em nossos casamentos. Mas não desistimos. Continuamos fazendo o que devemos fazer, enquanto confiamos em Deus. O agricultor deve plantar, mesmo que ele possa chorar enquanto planta as sementes, um trabalho tão difícil e diário é necessário para uma colheita. No devido tempo, essa colheita virá, se ele não desistir. 

“Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos.” (Salmo 126:6)

“Preciosa semente”. A fé é chamada de “preciosa semente”. A semente era preciosa, quando todas as nações foram ao Egito para comprar trigo de José. E, na verdade, a fé deve ser necessariamente considerada preciosa, tendo em vista que, quando Cristo vier, dificilmente “achará fé na terra” (Lc 18.8).

A necessidade da fé é tão grande que ela deve ser considerada preciosa. Pois como a semente material, é o único meio instrumental de preservar a vida do homem, pois todas as especiarias, o mel, a mirra, as nozes e amêndoas, o ouro e a prata, que havia em Canaã, não eram suficientes para o sustento de Jacó
e seus filhos, mas eles foram forçados a ir ao Egito, em busca de grãos, para que pudessem viver, e não morrer. Do mesmo modo, sem fé a alma passa fome; a fé é o seu alimento, pois “o justo viverá da fé”

“Molhos”. O salmo que começa com “sonho” e termina com “molhos” nos convida a pensar em José; José, “em quem”, segundo a bela explicação de Ambrósio, “foi revelada a futura ressurreição do Senhor Jesus, a quem os seus onze discípulos obedeceram, quando o viram indo à Galileia, e a quem todos os santos obedecerão, na sua ressurreição, produzindo o fruto das boas obras, como está escrito, “voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos”.

O Salmo 126 dá duas respostas ao dilema da luta. Primeiro, uma oração para que Deus de repente nos entregue como fez no passado, e segundo, que se continuarmos nosso trabalho com fé, ele trará a colheita inevitável, e com ela libertação e alegria. Vem, Senhor Jesus!

Uma Oração

Senhor, vimos sua gloriosa e surpreendente salvação. Mas os tempos de angústia estão agora sobre nós. Faça um milagre em nosso meio, oramos. E ajude-nos, dia a dia, a segui-lo pacientemente enquanto o Senhor trabalha em nossas vidas. Em nome de Jesus, oramos. Amém.

Estudo em vídeo dos Salmos

Equipe Redação BP

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